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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Le Mont Saint Michel - Normandia

Oiii!

Fiquei morrendo de vontade desde a semana passada de fazer esse post sobre o Mont Saint Michel, na Normandia! Aliás, a região da Normandia virou um dos meus lugares favoritos no mundo (quem vê, pensa que conheço meio mundo) e recomendo pra todo mundo que vai pra Europa, em qualquer tempo! Agradeço ao meu maridão que fez questão de ir até lá, mesmo sob meus protestos ("Ahhhh, Normandia? O que se faz lá?")

Mas antes de prosseguir, quero falar do post anterior: a Claudinha me deu uma dica bem boa sobre o fermento! O lance é sempre testar antes: colocar uma colheradinha na água; se logo efeverscer, o fermento está ok. Caso contrário, não vai funcionar! Ela disse que já teve problemas com fermentos na validade e já teve bons resultados com os vencidos. Um beijo, Cláudia!

Le Mont Saint Michel

Quando vejo as fotos que fizemos lá, tenho uma sensação de falta de ar. Creio que logo vocês entenderão ;)

O Monte, na verdade, é uma "cidade" medieval! Me-di-e-val. Parece que em 708 o bispo de Avranches mandou contruir no monte um santuário para o Arcanjo Miguel, que é a abadia do Mont Saint Michel. No Séc. X, os monges se instalaram por ali, dando origem à vila em torno do santurário. No século XIII foi fortificado e durante a Guerra dos Cem Anos, portanto, serviu de fortaleza. Mas já foi também prisão, na ocasião da Revolução Francesa! Atualmente, a idéia do governo é transformá-lo em ilha através de barragens - projeto este para ser concluído em 2012!

Uma das primeiras visões do Monte, far far away!
Nesse campo acima, apesar de não ser possível ver muito bem, são criadas ovelhas, bois, cabritos. Mas principalmente ovelhas! É lindo o contraste (ao vivo)!

Foto tirada no estacionamento 
Um fato muito interessante e que leva muita gente ao Saint Michel é o fenômeno das marés! Acontece que o monte fica numa região de planícies alagáveis, o que significa que em algumas épocas do ano, o acesso a ele fica inundado pelas altas marés, transformando-o numa ilha! Inclusive os estacionamentos ficam submersos! Na época em que estivemos lá, o fenômeno não aconteceu (mesmo o calendário informando que sim). Menos mal, porque se tivesse acontecido, teríamos perdido nosso carro alugado com as malas todas dentro! Mas imagino que o pessoal que cuida do local teria nos avisado, se fosse o caso! :) Aqui está o link oficial do Monte, onde contém as informações das marés e outras coisas mais!

Vizinhança
Como comentei antes, criou-se uma vila em torno da abadia. Ainda hoje os descendentes dos colonizadores vivem no Mont Saint Michel (mas dizem ser quase impossível visualizar um! Nós não identificamos ninguém, nem vimos ninguém entrar em suas casas). Vimos apenas casas com plaquinhas nas portas "Por favor, não perturbe. Propriedade particular".  E, a foto acima, retrata o que é possível encontrar nesta  incrível vila!

Passeio, logo que nos hospedamos!
É possível hospedar-se no Mont Saint Michel! Foi o que fizemos! Deixamos toda a bagagem no carro, subimos com uma mochila com 2 mudas de roupas e ficamos uma noite no Monte. Inclusive a foto do cemitério foi tirada de dentro do nosso hotel, no acesso ao quarto! Ficamos no Le Mouton Blanc, um dos 6 ou 7 hotéis do local! Gostamos bastante! Consideramos um dos melhores hotéis que ficamos durante a viagem, com um banheiro bem bom! Fiquei imaginando quem um dia ali viveu: provável que nunca pensou que banheiros (like those) viessem a existir! A diária saiu por 90 euros. Não tem ar-condicionado, nem geladeira - e isso não era realmente esperado e não é uma reclamação. Apenas informações!

Paranhos medievais

Modernidades dos Padres
Nessa foto aí, uma curiosidade: era por aí que os padres levavam mantimentos para a abadia. Já pensou subir  tudo pela escada? Mas "era por aí" porque agora tem um automático!

De tirar o fôlego! Minha favorita!
Vista para a baía da Bretanha

O Monte fica entre as baías da Normandia e da Bretanha: cenário divino!

Esquerda: Normandia; Direita: Bretanha

Subida para a abadia
Infelizmente não pudemos subir até o santuário. Mas fica para a próxima, assim a gente tem uma desculpa pra voltar!

Eu fui a única pessoa que vi em toda a França
(que andei) que usava boina! Vai ver porque
era verão (de 12, 14 graus)!

A abadia!

Gallette!
 Gallettes e Omeletes são pratos típicos e famosos da região! A gallette é como uma panqueca (ou crepe), que varia o recheio conforme você pedir. A minha tinha queijo, presunto, tomate, temperinhos! A omelete é feita com 30 ovos e o Acklei quis ir do Brasil até a França exclusivamente pra comê-la. E ele disse isso pra garçonete. E ela olhou com uma cara de "te perguntei?" Coitadinho. Na verdade, na Normandia é que vimos os maus tratos dos franceses, não em Paris. A omelete é basicamente de claras e foi inventada por Mère Poulard, pelo que eu entendi, uma local.

Omelete!

À noite, bem vazio e tranquilo!
Uma dica que podemos dar, depois desse post enorme, para quem resolveu ir ao Mont Saint Michel é: aproveite o monte ao final de tarde e à noite. As lojinhas todas estão abertas, os restaurantes também. Durante o dia, uma multidão invade o lugar!

Lindo, todo iluminado! Ele é patrimônio mundial da
UNESCO!

A multidão invadindo na manhã seguinte

Bom, saudosa deste lugar, agradeço quem veio até aqui! Pra quem quiser somente visitar o Saint Michel, não é necessário pagar entrada. Só o estacionamento (10 euros)! Existem excursões de ônibus (estilo bate-volta) que saem de Rennes, Saint Mahlo e outros para visitar o monte! No Conexão Paris tem as informações necessárias para esses passeios!

Gostaram?

Beijos!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Giverny - Jardins de Monet

Oi, gente! Tudo bem? Como foram de Natal? Prontos para a próxima festa? :D

Então! O assunto voltou a ser A Viagem! Provavelmente pela época de férias (de muitas pessoas, não minhas), provavelmente pelo post da cunha (http://joyinpieces.blogspot.com) falando da viagem que eles vão fazer e provavelmente pelos ti-ti-tis com a sobrinharada (vamos - marido e eu - com 4 sobrinhos para os EUA em julho/11; até lá ninguém aguentará a gente!) que eu fiquei assim, mor-ren-do de vontade de viajar e mor-ren-do de saudades dos lugares pelos quais passamos!

Sentei no sofá, comecei a rever as fotos da viagem por um pedaço da Europa e resolvi escrever mais um pouquinho sobre ela! Aí lembrei que já me perguntaram algumas vezes sobre Giverny, onde ficam os famosos Jardins de Monet, se era válido e tal. 

Opinião pessoal mode on (como tudo nesse blog, já que ele é extremamente pessoal): o lugar é muito bonito, você tem a oportunidade de conhecer a Fundação Claude Monet, de conhecer o que o inspirou, de viver momentos de tranquilidade, de conhecer algumas de suas obras, sua casa e, acima de tudo, você tem oportunidade de agregar cultura! Mas penso que, se a sua agenda estiver apertada, se você não for um apaixonado por flores e plantas ornamentais e se você já tiver visto obras de Monet em outro canto europeu, você não morrerá por não ter ido! :) 

Vamos dar uma olhadinha?

Estrada, partindo de Paris
Diferente do que muita gente faz, nós fomos de carro! É que saímos de Paris no nosso dia 07 (IMPORTANTE: era domingo, o que faz muita diferença no trânsito), fomos a Giverny e de lá, partimos para o Mont Saint Michel (que deverá ser o próximo post de A Viagem)! Amei o caminho até lá, desde a auto-estrada até a entrada de Giverny, que é indescritível! Mas de qualquer forma, os blogs de viagem (consulte: www.conexaoparis.com.br e outros) apontam que a melhor forma de chegar lá é de trem, numa viagem de aproximadamente 50 minutos até Vernon e, depois, mais 15 minutos até Giverny. Assim que conseguir consultar o marido, tentarei informar o tempo que levamos de carro! Levamos 1 hora de Paris a Giverny, como disse, de carro.

Chegando em Vernon
Infelizmente não fiz fotos da cidade de Vernon, que é LINDA, mas fiz alguns vídeos. Por alguma, também infeliz, razão, não consegui subi-los pro YouTube! Vou tentar mais tarde novamente. É a primeira vez que posto vídeo, então, preciso fazer ressalvas. Não gosto de ouvir minha própria voz; o vidro do carro tava bem sujo; sim! sou MANEZINHA da ilha! Deu, acho que era isso! :) Ah, no vídeo de Vernon falo que Monet morava aí, mas não. Ali era o caminho até Giverny, sorry!





Na frente da Fundação Claude Monet, onde há
sementes de flores à venda e ao lado um
pequeno restaurante onde almoçamos!
Chegamos em Giverny já para o almoço! Casal muito gastronômico que somos, optamos por sair mais tarde de Paris e ir almoçar respirando Monet! O restaurante é realmente pequeno, mas que lugar aconchegante! Lindo! Um lugar daqueles em que você para e se pergunta "eu estou realmente aqui?"

Entrada 
Normalmente, durante toda nossa viagem, pedíamos algo como "o prato do dia" - que combinava uma pequena entrada, prato principal e sobremesa. Preciso dizer que nunca comemos tão bem em nossas vidas (no sentido de saudavelmente) quanto nesses 15 dias europeus! Mas, apesar disso, neste dia não fomos muito felizes! A cara da entrada está boa, eu sei. Mas o condensado ali era de pato, com um patê de berinjela + salada verde. Não sei, não apeteceu! 

O principal
Foi um salsichão ensopado com legumes! hehehe Comemos, porque precisávamos! Era preciso ficar em pé! Colocamos um salzinho e encaramos! Da sobremesa não fiz fotos.

Lugar charmosíssimo!

A casa de Monet
Partindo do almoço, fomos conhecer o lugar onde Monet viveu entre 1883 e 1926! Não era possível fotografar lá dentro. Mas na casa existem muitos objetos pessoais, móveis, quadros! Muito legal!

Em frente à casa :)
As ninféias inspiradoras de Monet, já nos jardins

A famosa Ponte Japonesa (clica na foto pra ela ficar maior)

Um chorão

Em meio aos jardins
Tudo foi criação de Monet, desde a disposição do jardim até a escolha das espécies plantadas! É realmente muito bonito! No total, levamos cerca de 3 horas, entre almoço e passeio, até sairmos para ir ao Mont Saint Michel. Na saída, a fundação Claude Monet vende réplicas de suas obras e muitos outros itens inspirados nelas; compramos presentes para mamãe e para a sogra!

E então, gostaram?

Um beijo e até a próxima!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Adendo - Navegando de Corvete

Entãããão,

Como o maridex é quem viu toda essa logística de passes de metrô, entradas de museus, roteiros e afins, esqueci de falar no último post do PARIS VISITE! Hunf. Mas me esforcei bonitinho, né? :)

Abaixo, exatamente o que ele me escreveu:

"Amor...
Faltou falar do Paris Visite que é variável nos dias de escolha, sendo o máximo de 5 dias e com preços ligeiramente maiores do que o navigo.
Ele também pode ser usado nos mesmos lugares que o navigo.
A vantagem do Navigo é para quem for ficar mais de 5 dias e tenha chego antes de quarta na cidade, nos outros casos o Paris Visite vale mais.
bjs" 

Os beijos eram só pra mim :)

E ó, aqui tem os preços comparativos entre Paris Visite, Navigo Decouverte e Tickets para 10 dias!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Navegando de Corvete em Paris :)

Oi! Tudo bem?

Esse blog está me fazendo lembrar da infância, quando eu e a Gê, aos 10 ou 12 anos, resolvemos escrever um jornal aos vizinhos mais novos: publicação mensal, poucas palavras, 3 edições! hehehe

Vou continuar com as questões da viagem, porque me propus a isso! Tem tanta coisa legal, principalmente quando alcançarmos os escritos sobre comprinhas e sobre micos! Mas por hoje, o assunto vai ficar em deslocamento!

A palavra de ordem na questão deslocamento é caminhar! Paris é linda, charmosa, cheia de ruas e cantinhos inacreditáveis! Impossível não querer perder umas boas horas explorando o que a cidade tem a oferecer! Mas mesmo assim, evidentemente, o uso de algum tipo de transporte se torna necessário, tendo em vista o tamanho da cidade-luz! 

A primeira coisa na qual se pensa é "metrô :)"! E a segunda... "mas compro qual passe :/"? Bom, a resposta pra essa segunda questão é depende.

Paris é dividida em 6 regiões, zonas. As zonas de 1 a 3 abrangem Paris e sua periferia mais próxima; as zonas de 1 a 6 englobam aeroportos, o castelo de Versailles, a EuroDisney e também um outlet que está no caminho para a EuroDisney (Vallè Village)! A escolha do seu passe de metrô vai depender de quantos dias você vai ficar na cidade, das regiões que você pretende visitar e também do número de vezes que você anda de metrô num dia!

Então: dá pra comprar bilhetes únicos - a cada vez que você andar de metrô; dá pra comprar um bloco de tickets de metrô, com 10 - recomendado por muitas pessoas, inclusive pelo Ricardo Freire; dá pra adquirir o Navigo Découverte (em tempo: o título do post em NADA traduz a expressão que dá o nome ao passe de metrô! Foi só uma brincadeira de uma manezinha! :))

Marido optou pelo Navigo Découverte por estas razões:

1- Abrange as regiões as quais visitamos;
2- Tem um bom preço, considerando que utilizamos MUITO o metrô na nossa estadia;
3- Pode ser utilizado em metrô, ônibus e também no funiculaire ("bonde" que você pega pra não precisar subir as escadarias da Sacre Coeur). Ah, e para a locação de bicicletas também!

Mas atenção: O Découverte só é válido em 2 situações - semanalmente (de segunda a domingo, que foi o nosso caso) ou mensalmente. A escolha você faz na hora de adquirir o seu cartão (nos guichês do metrô mesmo). É necessário levar foto 2x2 (levamos 3x4 e também deu)! Em caso de esquecimento das fotos, as estações possuem cabines fotográficas (que Amelie Poulain tanto amava)!





Abaixo, algumas fotos para onde nosso passe permitiu ir (gente, só o deslocamento, não as entradas)!

EuroDisney


Sacre Coeur - nem precisei subir escadas!

Versailles - Maravilhoso!
Finalizando, alguns links obrigatórios:




Beijos!

domingo, 19 de setembro de 2010

Paris - Hotel e afins

Tchãran!! De volta com a série A Viagem! Melhor contar depois de ter vivido, sem dúvidas!

Anteriormente, o Acklei estava comentando sobre não comprar pacotes de viagens prontos e fizemos um post sobre compra de passagens aéreas. Ficou faltando falar da busca de hotéis, dos sites que recomendamos. Pra quem já tem essas ferramentas como algo usual, fica fácil adivinhar: Hoteis.Com e TripAdvisor! Consideramos os dois muito bons e destacamos que o TripAdvisor, na verdade, faz os reviews dos hotéis, dos restaurates, navios, vôos e etc! Essas revisões são feitas pelos usuários, o que torna a sua vida melhor. Tem gente que reclama de coisas essenciais (cama, por exemplo) e dependendo do número de reclamações, você já sabe que existe uma grande chance de não ter bons sonhos naquele hotel! Mas as reclamações subjetivas também existem! O que pode ser ruim pra uns, pode ser bom pra você! Um outro site de busca de hotéis que também usamos (e, inclusive, reservamos hotéis) é o Booking.Com, bem parecido com o Hoteis.Com.

Ainda, antes de seguir adiante, é preciso dizer que uma fonte muito rica e importante de busca para nossas viagens, seja para hotéis, questões locais, gastronomia ou entretenimento é o Viaje na Viagem, do Rick Freire! Através do Viaje é que a gente fica sabendo de outras viagens ;)

Então, o que a gente fez? Nosso hotel de Paris não foi reservado pelo Hotéis.Com ou pelo Booking. A hotelaria em Paris (na Europa, vai) é muito ruim (e muito disputada) e se você não se antecipar, fica sem lugar pra dormir. Já não conseguimos boas tarifas pelo Hotéis.Com, mas já que o Tim Hotel estava na listagem deles, o Acklei foi conferir! A surpresa: a rede Tim Hotel estava com promoções pelo site e ficava mais barato fechar diretamente com eles!

E assim, após ler as resenhas no TripAdvisor, conseguimos nosso cantinho em Paris: Tim Hotel  MontParnasse!

Consigo sentir o cheirinho do quarto quando vejo as fotos! No começo, achei parecido com o cheirinho da casa da minha Oma (= avó) em Rio do Sul-SC, o que foi bom! Pareceu familiar. Depois a sensação desapareceu, pelo costume do dia a dia! A parte ruim: chão acarpetado, a cama de casal era formada por 2 de solteiro e o box (chuveiro) MUITO apertado. A parte boa: bons colchões, bem ventilado e MUITO bem localizado! Café da manhã não incluso.



Nosso hotel!



A região de Montparnasse é bem rica em hotéis e, principalmente, restaurantes! Conta a história que entre 1910 e o início da 2a guerra mundial, Montparnasse era o centro da vida intelectual de Paris. Eu e o marido agradecemos! Além dos restaurantes*, a região é maravilhosamente bem servida de metrô. Aliás, fizemos Paris inteira de metrô (e consequentemente, a pé)! A gente chega a ficar triste de pensar "por que não é assim no Brasil também?" - porque é muito bom, funcionante e seguro.  Num próximo post, prometo falar sobre a questão dos passes de metrô! Tem algumas opções boas para nós, viajantes.




Um simpático restaurante em Montparnasse











                                                                                   O metrô


*Sobre restaurantes e cafés: excelentes! Não lembro de nenhum que tenha sido ruim em ambiente, em tratamento ou em qualidade (salvo quando a minha escolha não era adequada para meu paladar! (hehehe acontece)! Não posso falar de café da manhã (petit dejuner), porque geralmente comprávamos no mercado (considerando que no hotel o custo era de 10 euros por pessoa, o mercado torna-se um amigão), mas em relação aos almoços (dejuner), o preço por pessoa variava entre 8,50 e 15,90 euros. Na grande maioria dos restaurantes, você opta entre entrada + prato principal OU prato principal + sobremesa. No caso da janta, o preço aumentava um pouco, ficando ali pelos 17 ou 18 euros.











                    Só não recomendo pedir "ao ponto"; peça sempre bem passado (well done)!



Finalizando essa primeira parte de O Retorno de A Viagem, queremos dizer que não fomos maltratados por ninguém em Paris! Pessoas sempre simpáticas, solícitas e alegres cruzaram nosso caminho! Inclusive todo mundo fazendo questão de falar inglês conosco! Não sei onde esse povo que é maltratado anda (ah, já sei: Normandia! hehehe)!

Abraço!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Minissérie - parte 2: Garimpando (1)

Olááá!

Esse post é quase todo do Acklei, porque quem ficou com essa parte organizacional da viagem foi ele! Ao escrever, percebemos que o Garimpando teria que ser dividido em 2 - passagens e hotéis. Mesmo não sendo tão grandes, agregar os assuntos ia tornar o processo muito longo!

:)

Esta é, sinceramente, a pior parte de toda a viagem (segundo o maridão, porque pra mim, a pior parte é o avião). A primeira dúvida vem relacionada a comodidades e ao bolso: empacotar ou desempacotar? Nós, particularmente, não gostamos de nada enlatado. Preferimos montar o prato conforme o nosso gosto (papo de gordinho), ou seja, optamos por desempacotar nossa viagem. Enquanto a primeira opção traz a facilidade de ter tudo pronto te esperando, a segunda oferece liberdade de escolha e o prazer de conhecer melhor os costumes locais. Não teria nada pior que descer de um ônibus de excursão correndo pra ver a Torre Eiffel, voltar correndo pro ônibus porque você vai precisar correr para ver a Monalisa no Louvre. A não ser que você seja muito sucinto!

Já que escolhemos desempacotar, começaremos pela passagem. Hoje temos inúmeras opções de sites que oferecem passagens com preços competitivos. Na maioria das vezes, bem mais baratos que nas próprias agências. Segue uma lista dos melhores (pra quem quiser viajar por aí):

1- Decolar.com (foi aqui que compramos as nossas);

2-  Kayak  (considerado muito bom; é um agregador de sites de venda);

3- PriceLine (esse é muito bom para passagens para USA ou dentro dos USA);



Todos os sites são seguros para comprar com cartões de crédito. Você sempre recebe um número identificador que é a sua passagem; pode-se comprar para múltiplas cidades (como nosso caso - chegaremos em Paris e sairemos de Amsterdã). Não tem muito segredo! Assim que você receber o identificador, já pode acessar o site da companhia aérea e reservar/escolher os assentos! Sobre cancelamentos ou mudanças de datas de viagem depende da operadora. Geralmente é cobrado multa ou taxas por essas alterações.

Uma dica para quem pretende alugar um carro no seu destino é que isso pode ser feito pelo mesmo site de compra de passagens. O melhor é sempre olhar tudo em todos, avaliando as melhores condições ou promoções!

O mais importante desse garimpo: quando bem pesquisado, você consegue economizar até 30% na compra de passagens e/ou reserva de hotéis!

Beijos e abraços!

:)

domingo, 1 de agosto de 2010

Minissérie - parte 1

Oi!

A partir de hoje inicio as postagens sobre A Viagem. Mas não se enganem, não tem nada a ver com aquela novela (original de1975 na rede Tupi) global dos anos 90! Prometo fazer em mini-séries para não ficar chato, mas estou com medo de não conseguir concluir por causa da correria! Mas uma famosa frase diz: "quem não tenta já errou"! Portanto, vamos lá!

Vamos (porque o marido tá junto nessa) tentar separar as coisas assim:

1- A escolha;
2- Garimpando;
3- Paris;
4- Região da baixa Normandia;
5- Bruges e Bruxelas;
6- Amsterdã;
7- Depressão [pós-viagem]

*

A Escolha

Acredito que ninguém precise explicar porque se escolhe ir à Paris. Com certeza deve haver alguém neste mundo que não tenha a Cidade Luz como um destino dos sonhos, mas em geral, ninguém precisa ponderar muito.

Pois vou contar. Marido e eu tínhamos a Europa como um ideal para o futuro, afinal de contas, gasta-se muito mais em hotel, comida, passagens e afins do que ficar pelas américas. Parando aqui para escrever, não sei o que surgiu primeiro, se foi a idéia de casar ou a idéia de viajar, mas nosso destino inicial era New York City (tan tan tan, taran; tan tan tan, taran).

Começamos a mexer com os planos de uma nova viagem em abril/2010 e nesta época, não encontramos passagens tããão baratinhas assim para NY. Além dos preços, esbarramos no meu visto americano que está borrado/manchado por água. Nos informamos no Consulado e eu precisaria refazer tudo, mesmo não tendo nenhum dado importante alterado. Chatinho, né? Mas... é assim que funciona.

De repente a idéia romântica de visitar Paris tomou conta de nós, provavelmente embalada pela decisão (e possibilidade) de casar e pela chatice de ter que refazer o visto. UAU! Lua de mel em Paris! Seriam 5 agradáveis dias, considerando a licença marital dos nossos trabalhos. Mas e aí? Atravessar o Atlântico para ficar 5 dias?

Marido* já deu jeito nisso. Pediu férias de onde imaginava ser impossível tirar e conseguiu; conversei na secretaria para possíveis 10 ou 15 dias de afastamento e minha superior não se mostrou desfavorável e pronto! O roteiro esticou! Serão 8 dias na França, 2 na Bélgica e 3 na Holanda.

Mas onde ficaram nossas férias econômicas?


Imagem de Camille Soulayrol

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*É engraçado pensar que casarei com meu marido :)